Annathar Nephadius

Mago Elfo do sol

Description:

Seu rosto é pálido, quase doentio e ossudo. Suas olheiras, acentuam seus olhos escarlates. Coroando sua cabeça, uma longa cabeleira negra como a noite. Seu porte é alto e magricelo. Sua aparência é sempre associada a um vampiro, ou morto-vivo.

Bio:

Falkner Brisingraudhr (Fogo Escarlate), também conhecido como Annathar Nephadius (Rastro Sombrio), Miraak Bjartskularou (Escamas Brilhantes), Eldest Brisinrgletam (Chama De Prata). Nascido sobre a luz da Estrela Magna, nas florestas vermelhas de Heartblood River na Floresta Alta. Falkner era uma figura de grande significado político antes mesmo dele ter nascido. O filho do protetor do reino élfico, general aposentado, ícone das Revoluções Élficas e atual Chanceler Do Conselho Élfico, Valorun Magnollius e da princesa élfica Zannah Estrela Alva, a Dama Do Lago e Sumo-Sacerdotisa de Savras.

Desde a tenra idade, Falkner era tranquilo e perspicaz. Sempre estudando, desde livros de fantasia, até mesmo grimórios e pergaminhos de seus antepassado, isso fazia com que todos de sua vila o considerassem um jovem sábio. Ele viveu à distância, observando os indivíduos e ideias sem se envolver diretamente para que ele pudesse entendê-los completamente. Embora esta abordagem o impedisse de se tornar próximo dos outros de sua raça, isso lhe permitiu pensar e agir sem preconceitos ou pré-concepções, ao invés de avaliar as coisas estritamente em seus próprios méritos e não nas capacidades alheias. Ele passou a pensar sobre os elfos, as origens de sua raça e o seu futuro. Por esta razão ele nunca teve a lealdade hipócrita a sua linhagem. Embora ele amasse sua família e comentasse que queria o melhor para eles, ele sabia que havia coisas mais importantes do que as aspirações élficas.

Muitos diziam que o mesmo vivia sobre a sombra das aptidões físicas de seu irmão Cadmus Blödhgarm (Lobo De Sangue), que na época era o general do Exército Real Élfico e dos poderes clericais de sua irmã Selinza Athalvard (Coro Divino), uma jovem prodígio que treinava para ser a Nova Sumo-Sacerdote de Savras. Era esperado que Falkner seguisse um dos ramos político da família, sendo Conselheiro ou até mesmo Chanceler. Porém, apesar de seu vasto conhecimento e apreço por estudos, o mesmo nunca se interessou na ideia de passar o dia rodeado de burocratas. O mesmo sempre alegava que cada ser vivo possuía um significado para o mundo, e que o dele, definitivamente não terminava nas barreiras impostas pelos elfos e por sua linhagem. Apesar de ser visto como um rebelde por muitos, era constantemente elogiado como um dos melhores, se não o melhor elfo de sua geração, sendo quase como um gênio acima de outros, até mesmo o Conselho De Anciões da Floresta Alta, demonstrava interesse em seu desenvolvimento.

Aos 17 anos, Falkner fora cotado para muitas escolas de magia e cultos independentes. Assim como academias militares. Contradizendo a todas as expectativas de seus pais, o jovem elfo rumou para a cidade de Skyclave onde conseguiu ingressar facilmente na Academia De Alta Magia de Skyclave (Uma cidade na região de Imaskar, no leste de Fâerun, onde corre o Mar Das Estrelas Caídas). La demonstrou grande aptidão para todas as matérias propostas. Com apena um ano de estudo, tornou-se o melhor dentre várias turmas. Com dois anos de estudo, seus exames e notas sempre excediam as expectativas e os limites impostos por seus tutores. Como triunfo, Falkner começaria a cursas nas classes avançadas, onde apenas magos consagrados possuíam capacidade de estudar.

Enquanto muitos questionavam o julgamento dos mestre da Academia em deixar alguém tão jovem avançar deliberadamente nos estudos arcanos, haviam aqueles que acreditavam em seu potencial. Fora nesta época que Falkner conhecerá Mystogan Majere (Oficialmente), seu professor de Adivinhação e um dos pilares do Conselho Das Dez Chamas De Prata De Faêrun (Uma ordem de magos destinados e propagar os ensinamentos de Mystra e Azuth, bem como zelar pela segurança, atormentada pela Praga Mágica). Com o passar do tempo, Falkner se formou como o melhor aluno da academia, possuindo as melhores notas, sendo considerado um dos melhores alunos da academia. Ao se formar, Falkner iniciou uma vida de aventuras, desbravando algumas masmorras e bibliotecas perdidas nas histórias das lendas. Em determinado momento, decidirá regressar a sua terra natal, onde fora recebido com festas e louros. Apesar de seus caminhos serem opostos a todos os esperado, sua família enchia-se de orgulho pelo triunfo do mesmo. Mesmo ainda sendo uma criança aos conceitos de uma sociedade élfica, seu pai Valorun ainda acreditava que seu filho demonstraria mesma aptidão no campo de batalha com uma espada, ou em tribunais, redigindo e palestrando.

Por um tempo, Falkner instalou-se novamente na Floresta Alta, participando de reuniões entre cultos independentes, prestando provas e apresentando teses à algumas Academia Arcanas Élficas, em diversas Torres De Alta Magia, até mesmo comparecendo nas linhas militares. O jovem elfo não mais vivia no palácio de sua família, criará para si uma torre no meio da floresta, simulando as grandes e famosas torres de magos poderosos. Lá, redigia seus experimentos alquímicos e produzia suas teses. Em determinado momento, Falkner era visto como um conselheiro nos quesitos arcanos. No tempo que continuou a viver em sua terra natal, constantemente visitava ou era visitado por seu antigo professor Mystogan. Ambos haviam criado um laço de amizade bem forte. Falkner constantemente apresentava suas teses ao mesmo, recebendo algumas dicas e materiais de estudo como “premiação”, pois Mystogan via uma chama crescente no âmago de seu aprendiz, cabia a ele alimenta-la. Falkner era constantemente supervisionado e treinado por Mystogan, que “por baixo dos panos”, o treinava para se tornar um dos Chamas De Prata.

Não tardará muito, Falkner sentiria a brisa da estrada chama-lo novamente. Motivado por Mystogan, à conhecer o mundo. Suas atitudes eram vistas agora como desrespeitosas. O jovem mago não havia nem completado a metade de sua “infância”, e agora fugia de suas responsabilidades e ignorava as tradições élficas. Fora então vetado que o mesmo não poderia mais ostentar o nome que lhe fora dado, sendo banido da sociedade em que nascerá, tornando-se o que os elfos chamam de Wyrdfell. Deste dia em diante o jovem elfo viera a adotar para si um novo nome, sendo então conhecido como Annathar Nephadius. Trancando sua torre e decidido a criar uma nova vida e fama, passou varios anos aventurando-se por toda Faêrun, ouvindo histórias do Lendário Elminster e de diversos aventureiros. Chegara a conhecer o próprio Volothamp Geddarm, o mago, narrador de histórias épicas, responsável por escrever muitos guias de Faêrun. Annathar o ajudará a desenvolver seu guia sobre os elfos, enquanto o mesmo, o apresentava a diversas culturas, desenvolvendo não só os conhecimentos e perícias de Annathar, mas suas habilidades linguísticas. Quando estava para completar 50 anos, fora convidado enfim por seu mestre e amigo (Mystogan Majere), para encursar em uma nova vida de estudos. Annathar fora oficialmente chamado para frequentar uma Academia De Alta Magia, localizada nas terras de Thay. A mesma possuía sua fama e requinte, pois era mantida e instruída por magos e feiticeiros que encabeçavam Os Dez Chamas De Prata (Ordem criada pelo próprio Deus Azuth, visando criar zelotes e guardiões da Trama Mágica e protetores dos ideias do mesmo e de Mystra), incluindo o próprio Mystogan.

Diferente das escolas anteriores que frequentará, o grau de ensino desta testava Annathar até seus limites. Desde a prova de admissão, até os dias normais de estudos. Sempre envolvendo uma quantidade gigantesca de memorização e treinamento. Muitos de sua turma eram expulsos ou desistiam, por não acompanhar o ritmo de tais estudos. Desde meditação, até mesmo a prática física de conjuração de magia. Annathar, mesmo com a dificuldade, conseguia se destacar e ganhar uma atenção superior, sempre sendo desafiado a avançar em seus estudos. Todos diziam que qualquer ser, podia conjurar magia, apenas poucos tinham o verdadeiro dom e menos ainda eram prodígios, mas todos diziam que Annathar era diferente, que o mesmo não era só imerso na vida arcana, ele vivia-a, sendo apelidado de Filho Da Trama, devido a sua conexão e ambição por magia. Em seu tempo em Thay, fizera poucos colegas, apenas um ou dois amigos realmente se destacavam. Um deles era Ophir, um meio-elfo de não mais de 30 anos. Juntos, estudavam todas as matérias possíveis, porém Annathar demonstrava grande conhecimento nos ramos da Adivinhação e Controle Arcano, enquanto Ophir, que possuía uma personalidade explosiva, dava-se bem com os estudos de Magos De Batalha.

Ambos permaneceram estudando por quase 20 anos juntos nesta academia. Desenvolveram habilidades únicas e participaram de provações e missões sem precedentes. Fora em meio a estas duas décadas que Annathar desenvolverá seu maior poder e dom natural. O jovem mago possuía um poder e domínio sobre a Adivinhação, que o próprio Mystogan ficava impressionado. Seu dom era tamanho que assemelhava-se muito com a Clarividência e a Psicometria. Era um dom Divinatório único. Fora nesse tempo também, que Annathar conhecerá uma jovem humana. Seu nome era Altaria. Uma estudante da academia também. Muito boa, por vezes melhor que ele mesmo. Juntos, eles evoluíram e treinaram. Se aproximaram e o que parecia ser uma boa amizade, aflorou caminhos mais íntimos, tornando-se uma paixão verdadeira. Para Annathar, sua amizade com Mystogan e Ophir era um sentimento semelhante a irmandade. Altaria era sem sombra de dúvidas o amor de sua vida, tendo o sentimento recíproco da mesma. Graças a tais sentimentos e a seu dom natural, o mesmo chegara a ter um rápido vislumbre do futuro, com Annathar sendo um Arquimago famoso, ao lado de sua esposa Altaria e de seus dois filhos, Allanna e Miraak.

A vida de Annathar era boa e em breve se consagraria um mago em Thay. Porém ele deveria primeiro cumprir uma última missão. Ele, Altaria e Ophir foram mandado até as terras do norte de Faêrun, beirando a Espinha Do Mundo. A formação de um culto sinistro alarmava aos mestre da academia, bem como especulações que os mesmos possuíam controle e poder sobre um artefato arcano de eras primordiais. A investigação de Annathar levará seu grupo até esse tal culto e fora lá, que os pilares do próprio elfo foram balançados. Esse tal culto, tratava-se de desgarrados do que um dia fora um dos maiores grupos de magos profanos, Os Magos Vermelhos De Thay. Seus cultistas detinham sim poder sobre um objeto primordial. Um veículo de batalha, construído em uma época em que gigantes e dragões usavam toda Toril como campo de batalha, para decidir quem governaria a criação. Tal veículo era chamado de Shur’Tugal, A Santa Calamidade, que era basicamente uma fortaleza voadora, alimentada com o poder da magia draconica no passado. O veículo voltara a ativa eras depois e iniciava rotinas de caos e destruição à vilas, condados e cidades do norte.

O poder de cura de Altaria, o dom divinatório de Annathar e o poder destrutivo de Ophir quase não foram o suficiente para a conclusão da missão. Os cultistas eram compostos por magos poderoso, o mais temível entre eles era Zethul Arad, o então líder deste culto. O grupo fora preso, escaparia, se perderiam em um labirinto, enfrentariam diversos tipos de criaturas mágicas e até mesmo demoníacas e no fim, quando o esgotamento mágico e físico beirava a porta de suas almas, eles enfim derrotaram a ameaça. No passado, a poderosa magia presente nos cadáveres de dragões, era o que alimentava as fornalhas mágicas de Shur’Tugal (Que no idioma antigo também era conhecida como Fosso Dos Dragões). Atualmente, uma fonte alternativa era usada. Com acesso a diversas Chaves-De-Portal, os Magos Vermelhos assaltavam outro plano de existência, um onde a magia era embebida até mesmo no ar, tratava-se de Arcádia, o plano das fadas .
A principal fonte de poder era a energia vital e mágica das fadas. Milhares e milhares de seres feéricos eram sacrificados em tais rituais profanos, até mesmo a herdeira do Rei Oberon e da Rainha Titania, a Princesa Ishtar era usada como combustível. Apesar de combates épicos e um de seus maiores feitos na vida, Annathar não retornaria para sua Academia feliz e gratificado por concluir a missão e salvar toda Faêrun, na realidade, a quem diga que o mesmo voltou pior do que morto, que ele voltara quebrado.

Ao reportar o resultado de sua missão, seus superiores ficaram abismados e gratificados por tal esforço e sacrifício. As duas pessoas mais importantes de sua vida, agora eram fantasma que assombravam seus pesadelos, Altaria e Ophir, pereceram em combate durante a missão. Após algumas semanas de seu regresso como uma forma de honrar os nomes dos caídos e homenagear Annathar, o grupo então fora nomeados como Chamas De Prata, não Pilares da Ordem, mas Magos da mesma. Fora neste momento que Annathar receberia um novo nome, Eldest Brisinrgletam.

Durante a cerimônia de graduação, onde até a própria família real de Arcádia comparecerá (Como forma de respeito e gratidão), o pior novamente aconteceu. Energia sobrenaturais, aproveitaram da tanta presença mágica, para infiltrar-se na Academia e tomar controle sobre alguns dos ali presentes. Um dos controlados fora o próprio Eldest, que anos mais tarde, descreveria a sensação como ser abraçado pelo puro e infinito caos e desordem. Em sua mente, Eldest ficaria preso em uma versão distorcida do Plano Material, ele mesmo chamava aquele lugar de Mundo Distorcido. Diferente do Vale Das Sombras ou do Plano Etéreo, o que era certo no Plano Material, era brutalizado e bestificado no Mundo Distorcido. Enquanto sobre os domínios desta força, o jovem elfo mago atacaria não só seus companheiros de estudos, mas seus professores também, criando uma linha de destruição em diversas vilas nos arredores de Thay, com um poder colossal nunca antes presenciado no mesmo. Ele não tinha controle nem consciência sobre si, era movido apenas por essa força maior. Do outro lado, enquanto lutava para escapar deste domínio, fora envolvido pelos devaneios e descontrole de seus poderes divinatórios, tendo uma visão de um possível ou destinado futuro, que para sempre, atormentaria seus dias e definiria seus caminhos.

Enquanto controlado, seu poder era tamanho que nem mesmo Mystogan e os demais Chamas De Prata conseguiam impedir seu avanço, era o poder de um deus, um verdadeiro deus. Sem alternativa então, os Dez Pilares de Mystra, reuniram um grupo gigantesco de arcanistas, para conjurar uma maldição final sobre Eldest. O nome da mesma era Etherion, ela tirava poder das estrelas para, não trancafiar, mas sim anular e por fim apagar qualquer traço mágico no corpo da vítima, como se de alguma forma, banisse sua magia de seu ser e trancasse seu corpo e mente para o acesso a mesma. Após acometido por tal calamidade arcana, tendo seu poder drenado de suas veias e com um rastro de destruição em suas mãos, o jovem elfo fora condenado a uma eternidade de tortura e sofrimento em uma prisão perdida no meio do Mar Leste, próximo as Brumas Do Fim Do Mundo, chamada Skulblaka. Preso por correntes que constantemente alimentavam a maldição Etherion e limavam seu ser do contato com a Trama Mágica e torturado pelo carrasco de nome Ekrizdis. Enquanto preso, boatos rodaram por toda Faêrun, seus feitos foram anulados e sua fama perdida. A destruição por toda costa Nordeste e Leste de Faêrun fora inteiramente atribuída à Eldest, até mesmo os crimes dos Magos Vermelhos terminaram na conta de culpas do mesmo. Sua família então fora castigada por isso, diversas criaturas destas terras como goblinóides e orcs, aliaram-se a cultos nefastos como os ao deus Bane, para marchar sobre a Floresta Alta, com o auxílio inclusive dos cultos a deusa Loth e seus Drows e Driders.

Foram os próximos anos de guerra, que ceifaram a vida de Cadmus, irmão de Eldest, fazendo com que o próprio Valorun, abandonasse seu posto de Chanceler, para retomar o controle dos exércitos élficos e proteger a Floresta Alta. Quando sua mente já não mais sabia o que era o que, um milagre aconteceu. Esse episódio de sua vida Eldest não sabe descrever bem. Nesses 50 anos de prisão, fora sujeito a privação de sua magia, tendo a mesma retirada de si. Isso fez com que seu corpo adoecesse, ficasse fraco e que pecados soldassem sua mente. Apenas dor. Durante a fulga, e por fim seu exílio, Eldest era agora um procurado, exilado pelos elfos, pelos magos em Thay e por todos os lugares por onde passou. Renegado, sem pátria e magia, o mesmo exilou-se nos desertos de Faêrun. Permanecerá oculto por diversos anos, até que finalmente foi achado por seu antigo mentor Mystogan, que o fizera voltar aos estudos e práticas de magia, tendo o mesmo, como mestre novamente. Sua genialidade continuava em seu ser, apesar de obter acesso e contato com a trama arcana fosse difícil após a remoção de sua magia.

Nos próximos dois séculos, Eldest ingressou em uma verdadeira cruzada. Pesquisando diversos ramos de magia, inclusive magia negra. Afiliando-se a cultos e organizações por vezes criminosas. Vivenciando o submundo da magia. Enquanto recuperava seu poder, até mesmo custeado pela própria constituição física e saúde, Eldest adotara um novo nome para si, passando anos sendo conhecido como Miraak. Eventualmente recuperou sua magia, após descer até o fundo do poço escuro da magia, iniciou sua escalada ao topo outra vez. Sendo poderoso em adivinhação, começou a reconstruir suas teses sobre fórmulas e composições mágicas. Em meio a estudos e uma nova vida, o então já amadurecido elfo, encontrou mais uma vez o tal culto dos Magos Vermelhos de Thay.

Com a ajuda de seu eterno amigo Mystogan, os dois uniram forças para por um fim em tais arcanistas, que manchavam a história da magia. Uma batalha épica aconteceu entre Zethul e Miraak novamente, resultando com a vitória do elfo, ao preço de mais perdas em sua própria magia. O jovem mago sacrificaria grande parte de seu próprio poder para replicar os efeitos da calamidade conhecida como Etherion (A mesma maldição usada contra si anos atrás). Sem o poder necessário, o resultado da maldição não fora perfeito, porém eficaz. O mago então ficaria selado em um casulo mágico, que conteria e absorveria seus poderes, até não poder se manter mais e enfim libertar o vil mago novamente.
A vida do mago não estava fácil, mas uma coisa que ele jamais perdeu, foi algo que o guiou todo este tempo, seu furor por poder. Aliando a diversas facções como os próprios Zhentarins e até mesmo a um culto de Bane, que mesmo sendo nefastas, seriam o começo de diversas respostas.

Mystogan o seguiria entre os Zhentarins, sempre se ocultando. A missão da dupla basicamente era a de encontrar magos, assassina-los e como premio, roubar-lhes o poder. Entre estas vítimas, Miraak viria a matar um poderoso Necromancer chamado Zhamir, que por sua vez lhe revelou a localização de sua aprendiz, Shamira.

A jovem dama fora uma das peças mais importante na vida de Annathar. O elfo pouco fala sobre ela, TALVEZ apenas Mystogan saiba alguma coisa, Mas uma coisa era verdade, Shamira, A Sacerdotisa De En-Dhor, estaria para Miraak assim como Mystogan estava.Com a ajuda de seus dois mestres, o jovem mago começara enfim sua escalada ao topo, por caminhos mais luminosos, envolvendo-se com diversos aventureiros e até mesmo criando novos laços de amizades, tendo como uma das maiores, o atual e falecido rei de Neverwinter, Gaspard o Halfling, bem como um meio-orc chamado Teneo, dentre outros.

O mago agora teria seus 350 anos, após tantas aventuras, provações, quedas e triunfos, Miraak finalmente esta no caminho certo para obter todas as suas respostas. É agora mais poderoso do que jamais foi. Iniciou junto de seu mestre uma guilda de magos, criada pelos ideias e conceitos que ambos pregavam e acreditavam, chamada Crimson Sorceré. Atualmente esta envolvido em diversas cruzadas, lutando contra gigantes, bruxas, lordes demônios e até mesmo dragões. Por “baixo dos panos”, esta investigando a atual situação envolvendo o retorno dos dragões, sendo um dos poucos a saber de algumas possíveis verdades. Esta também envolvido com um grupo forte de aventureiros, para eles, o mesmo se apresentou como Annathar, mas nada o impede de se apresentar com algum novo nome, ou um de seus antigos.

Annathar Nephadius

Fogo negro em Faerun Vancsek ae_estevan